
“Comando e controle” ou mediocracia?
Tempo de Leitura: 3 minutosEscutando as queixas nas organizações há algum tempo, uma coisa me chama a atenção: a frequência com que aparece a crítica ao “comando e controle”. No Brasil, a expressão virou quase um clichê organizacional. Sempre associada a líderes controladores, microgestão, falta de confiança ou burocracia. Durante muito tempo, porém, esse modelo vertical não era visto dessa forma. Ele organizava autoridade, distribuía responsabilidades e reduzia ambiguidade. Em muitos contextos, continua fazendo exatamente isso, e faz sentido. Hoje, o discurso dominante aponta para outro ideal: autonomia, agilidade e inovação. “Comando e controle” virou o símbolo de tudo que as organizações dizem querer










